Era uma vez um Mundo do futuro muito diferente daquele que conhecemos agora. Um Mundo onde os animais não conheciam os humanos e os humanos não conheciam os animais. Esse Mundo estava dividido em duas partes por um grande muro: a Naturália, dos animais, e Humunlândia, dos humanos.
Na Humunlândia existia muita sujidade e poluição criada pelos humanos. Estes só conseguiam sobreviver graças às máscaras de oxigénio e a água criada em laboratórios, porque já não havia água ou oxigénio no ambiente.
Pedro Silva, um rapaz, filho de dois grandes empresários, já começava a fazer ideia o que era a vida ali, no Mundo.
Certo dia, Pedro vai à janela do seu quarto e vê os seus pais a chegarem do trabalho numa limusina. E fica a pensar: ”Onde é que eles trabalham?”. Já lhes tinha perguntado em que empresa trabalhavam, mas nada. Então decide investigar. Depois dos pais pousarem as malas no escritório e irem para a sala, aproveitou e espreitou para os dossiers. No cabeçalho das folhas dizia “Indústrias Sílvia & Sílvia Inc.”. E na parte debaixo da folha tinha assinaturas dos pais. Pedro tinha visto um dia num “site” ambiental que uma das empresas que mais contribuía para a poluição e imundice de Humunlândia era a empresa “Industrias Silva & Silva Inc”, mas nunca tinha pensado que os seus pais trabalhavam para lá, quanto mais serem eles os proprietários. Decide então fugir de casa. Foi à cozinha dos criados e tirou de lá mantimentos. Pegou numa mochila grande, deitou tudo para lá para dentro mais duas botijas de oxigénio e o mapa da cidade. Escreveu um bilhete aos pais a dizer o que tinha acontecido. Colocou a máscara e saiu. Andou, andou durante várias horas para Este, como lhe indicava a bússola da mochila (já que a poluição era tanta que não se via o sol) e encontrou um muro. Um grande muro de cimento e de algo verde e castanho que não sabia o que era. Pousou tudo e procurou o muro no mapa. “Nunca ninguém me falou disto. Nem sequer vem no mapa! E também não é recente, porque os materiais parecem ser antigos; deve ter uns 70 anos, 80 anos. Vou ver o que acontece se empurrar.”Assim o pensou, assim o fez. Empurrou com força e qual foi o seu espanto quando se abriu uma passagem, secreta. Pedro pôs a mochila às costas e passou para o outro lado do muro já com a máscara.
Passado algum tempo, ouviu o que lhe parecia ser a canção da tabuada que a sua professora lhe ensinara. Foi espreitar pela janela de um edifício e dentro dele via criaturas parecidas com os antigos homens Neandertal que tinha estudado em História. E, para sua surpresa, reparou que ninguém usava máscaras. E que tudo era feito daquelas coisas castanhas e verdes que anteriormente vira no muro. Foi então que foi surpreendido por uma outra criatura parecida com aquelas que tinha visto dentro do edifício, mas muito maior.
- Quem és tu? – perguntou Pedro, confuso.
- Isso pergunto-te eu! – replicou, arrogante, a criatura.
- Sou o Pedro, um humano. E tu? Não me pareces nada um humano!
-Sou Koda, um segurança da escola. Sou um urso. Eu achava que os humanos já se tinham extinguido há mais de 70 anos.
-E eu pensava o mesmo dos animais. Bom, parece que estamos ambos enganados. Que tal se me mostrasses a cidade?
- Está bem. Eu acabo o meu turno às 18:00. São 15:00, daqui a três horas aparece. Se não tiveres sítio para dormir, podes ficar em minha casa.
- Obrigado, Koda. Então vou ver as vistas por perto e às seis aqui estarei para a visita guiada.
As três horas passaram depressa para o Pedro, porque fora explorar o edifício a que o Koda chamava escola. Reparou que não existiam vidros, nem telhas, nem tijolos, nem cimento como os edifícios de Humunlândia.
São 18 horas. Koda explica a Pedro que ali, em Naturália, tudo é feito com materiais vindos da natureza. Por exemplo: os edifícios são feitos de madeira ou canas e os telhados são cobertos de folhas de palmeira. Também explicou-lhe que todos os habitantes de Naturália eram animais: pardais, esquilos, macacos, ursos, etc.
Pedro gostou tanto do modo de vida em Naturália que decidiu tornar-se vegetariano e viver com Koda. Mas, de repente, ouve sua mãe a chamá-lo. Vê que não existe Naturália ou Humunlândia, que não está no ano 2090, mas sim no ano 2005. E também repara que o Mundo não está totalmente poluído. Tudo foi um sonho muito bem sonhado.
Na Humunlândia existia muita sujidade e poluição criada pelos humanos. Estes só conseguiam sobreviver graças às máscaras de oxigénio e a água criada em laboratórios, porque já não havia água ou oxigénio no ambiente.
Pedro Silva, um rapaz, filho de dois grandes empresários, já começava a fazer ideia o que era a vida ali, no Mundo.
Certo dia, Pedro vai à janela do seu quarto e vê os seus pais a chegarem do trabalho numa limusina. E fica a pensar: ”Onde é que eles trabalham?”. Já lhes tinha perguntado em que empresa trabalhavam, mas nada. Então decide investigar. Depois dos pais pousarem as malas no escritório e irem para a sala, aproveitou e espreitou para os dossiers. No cabeçalho das folhas dizia “Indústrias Sílvia & Sílvia Inc.”. E na parte debaixo da folha tinha assinaturas dos pais. Pedro tinha visto um dia num “site” ambiental que uma das empresas que mais contribuía para a poluição e imundice de Humunlândia era a empresa “Industrias Silva & Silva Inc”, mas nunca tinha pensado que os seus pais trabalhavam para lá, quanto mais serem eles os proprietários. Decide então fugir de casa. Foi à cozinha dos criados e tirou de lá mantimentos. Pegou numa mochila grande, deitou tudo para lá para dentro mais duas botijas de oxigénio e o mapa da cidade. Escreveu um bilhete aos pais a dizer o que tinha acontecido. Colocou a máscara e saiu. Andou, andou durante várias horas para Este, como lhe indicava a bússola da mochila (já que a poluição era tanta que não se via o sol) e encontrou um muro. Um grande muro de cimento e de algo verde e castanho que não sabia o que era. Pousou tudo e procurou o muro no mapa. “Nunca ninguém me falou disto. Nem sequer vem no mapa! E também não é recente, porque os materiais parecem ser antigos; deve ter uns 70 anos, 80 anos. Vou ver o que acontece se empurrar.”Assim o pensou, assim o fez. Empurrou com força e qual foi o seu espanto quando se abriu uma passagem, secreta. Pedro pôs a mochila às costas e passou para o outro lado do muro já com a máscara.
Passado algum tempo, ouviu o que lhe parecia ser a canção da tabuada que a sua professora lhe ensinara. Foi espreitar pela janela de um edifício e dentro dele via criaturas parecidas com os antigos homens Neandertal que tinha estudado em História. E, para sua surpresa, reparou que ninguém usava máscaras. E que tudo era feito daquelas coisas castanhas e verdes que anteriormente vira no muro. Foi então que foi surpreendido por uma outra criatura parecida com aquelas que tinha visto dentro do edifício, mas muito maior.
- Quem és tu? – perguntou Pedro, confuso.
- Isso pergunto-te eu! – replicou, arrogante, a criatura.
- Sou o Pedro, um humano. E tu? Não me pareces nada um humano!
-Sou Koda, um segurança da escola. Sou um urso. Eu achava que os humanos já se tinham extinguido há mais de 70 anos.
-E eu pensava o mesmo dos animais. Bom, parece que estamos ambos enganados. Que tal se me mostrasses a cidade?
- Está bem. Eu acabo o meu turno às 18:00. São 15:00, daqui a três horas aparece. Se não tiveres sítio para dormir, podes ficar em minha casa.
- Obrigado, Koda. Então vou ver as vistas por perto e às seis aqui estarei para a visita guiada.
As três horas passaram depressa para o Pedro, porque fora explorar o edifício a que o Koda chamava escola. Reparou que não existiam vidros, nem telhas, nem tijolos, nem cimento como os edifícios de Humunlândia.
São 18 horas. Koda explica a Pedro que ali, em Naturália, tudo é feito com materiais vindos da natureza. Por exemplo: os edifícios são feitos de madeira ou canas e os telhados são cobertos de folhas de palmeira. Também explicou-lhe que todos os habitantes de Naturália eram animais: pardais, esquilos, macacos, ursos, etc.
Pedro gostou tanto do modo de vida em Naturália que decidiu tornar-se vegetariano e viver com Koda. Mas, de repente, ouve sua mãe a chamá-lo. Vê que não existe Naturália ou Humunlândia, que não está no ano 2090, mas sim no ano 2005. E também repara que o Mundo não está totalmente poluído. Tudo foi um sonho muito bem sonhado.
Catarina Vítor, Daniel Rocha, Francisco Cordoeiro, Gonçalo Torres, João Castro, João Polónia.
Sem comentários:
Enviar um comentário